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Este blog, amador, foi criado com o intuito de divulgar atividades e acontecimentos relevantes da Serra do Caramulo, bem como o seu património! Fornece, também, informações importantes para quem pretende visitar e conhecer a região! "Viaje" pela Serra (des)conhecida, explorando os seus conteúdos!

Rio Vouga

A cumeada da Serra do Caramulo constitui a linha divisória das águas que correm entre os rios Vouga e Mondego. O rio Vouga limite a norte a Serra do Caramulo. Nasce a 930 metros de altitude, na serra da Lapa, mais precisamente no chamado Chafariz da Lapa, concelho de Sernancelhe, distrito de Viseu. Depois de se "transformar" na Ria de Aveiro, desagua no oceano Atlântico. Um dos seus principais afluentes, na margem esquerda, é o rio Águeda, o qual tem a sua nascente na Serra do Caramulo.

Rio Águeda

Entendemos que a junção de duas pequenas linhas de água com caudal idêntico ( 40°35'8.02"N; 8°11'19.29"W), próximo da localidade de Varzielas (concelho de Oliveira de Frades), poderá ser considerado o lugar da nascente deste rio, no entanto, parece ser consensual para os habitantes desta aldeia que a nascente localiza-se para montante do lugar da junção das duas "corgas" e sensivelmente para NE (nordeste), numa área designada por "mata da galinha". 

As águas serpenteiam a vertente ocidental até desaguar no rio Vouga, em Eirol, concelho de Aveiro. No seu percurso, de cerca de 40 quilómetros, atravessa a vila de São João do Monte (concelho de Tondela), onde, a fazer jus ao seu nome, encontramos a Praia Fluvial Paraíso, a qual fica situada entre duas pontes: Ponte Nova e Ponte Velha (estilo românico). Segue para jusante até encontrar a cidade que lhe dá o nome: Águeda. Para além da praia fluvial  Paraíso, desacatamos outras deste curso de água, localizadas no concelho de Águeda, muito frequentadas nos meses de Verão: Talhada; Redonda; Bolfiar; Souto Rio.

Em Bolfiar o Rio Águeda recebe as águas do Alfusqueiro.
No leito do Rio Águeda a Penha da Firme é, provavelmente, a maior cascata de água da Serra do Caramulo. Vale a pena visitar! O acesso a este local, ainda que não seja propriamente fácil, faz-se a partir da localidade de Ramalhal, situada a 4 quilómetros da vila de São João do Monte (sentido Caramulo- Águeda, seguindo a EN 230).
O rio Águeda tem vários afluentes, dos quais salientamos os que nascem na Serra do Caramulo: ribeira do Souto (rio da Quinta); rio Agadão; rio Alfusqueiro.

Ribeira do Souto

A Ribeira do Souto, Ribeira de/das Dornas ou Ribeira do Teixo são designações da carta militar nº187 para a mesma linha de água. A estas designações acrescentamos outras que são referidas pelas pessoas que vivem nas proximidades deste curso de água:  Rio da Quinta, Rio de Mançores. Consideramos que a sua nascente fica localizada a cerca de 950m de altitude, nas proximidades do Caramulinho. 
Ponte da Quinta Demenderes.
A sua foz acontece na Talhada, onde se encontra com o Rio Águeda, na margem esquerda deste curso de água, mais caudaloso do que a Ribeira. Neste local existe uma praia fluvial e bem próximo uma aldeia com o mesmo nome (Talhada) ...

Rio Agadão

O Rio Agadão  nasce na Serra do Caramulo (…), passa pela localidade de Agadão e desagua na margem esquerda do Rio Águeda, um pouco para montante da localidade da Redonda …
Aspeto do Rio Agadão nas proximidades da ponte da Falgarosa.

Rio Alfusqueiro

O Rio Alfusqueiro é afluente do Rio Águeda. A Wikipédia refere que a nascente localiza-se próximo de Carvalhal de Vermilhas, no entanto, a literatura local (monografia do concelho de Vouzela) indica outro local: as Malhadas de Cambarinho. Passa por Cambra, Campia, Destriz, Préstimo e termina em Bolfiar. Principais afluentes do Alfusqueiro: Rio Couto, Rio Alcofra… 
Porto Várzea. Campia.
Apresenta várias praias fluviais ao longo do seu percurso (de montante para jusante): Praia fluvial de Cambra (junto à Torre medieval); Porto Várzea; Destriz; Cortez; Préstimo; Bolfiar (no ponto de encontro entre os Rios Águeda e Alfusqueiro). 

Rio Alcofra

O Rio Alcofra é afluente do rio Alfusqueiro. Nasce na Serra do Caramulo no sítio de Chão do Peso (designação local). Desagua no Alfusqueiro perto de Destriz (concelho de Oliveira de Frades). Corre entre fraguedos e nos meses de inverno apresenta um caudal considerável ao longo do seu percurso. Alguns dos seus afluentes são pequenas linhas de água designadas por corgos, nomeadamente: Farves; Novais, Crasto, Pisão Nogueira, Esporão... Em Cabo de Vila, a uns escassos metros para montante da ponte (estrada EN333-2) existe uma pequena praia fluvial, bastante frequentada nos meses de verão.
Rio Alcofra junto à localidade de Outeiro. outono 2019.

Rio Criz

O Rio Criz nasce no lado oriental da serra do Caramulo... Desagua na margem direita do rio Dão, em plena albufeira da Barragem da Aguieira. 
O Rio Dão, sem percurso na área serrana caramulana, é o ponto de confluência de uma multiplicidade de linhas de água. A propósito deste rio, o Guia de Portugal da Fundação Gulbenkian (3º volume) refere: “O Dão (…) percorre cerca de 89 Km até juntar as suas águas às do Mondego”.
O Rio Criz tem vários afluentes, entre os quais destaca-se o Rio de Castelões que desagua na sua margem direita. O rio Criz é designado no documento de 1123 soba forma: «rivullum Crines». Na Corografia (1708) do Pe Carvalho da Costa nomeia-o de rio Crins. Na informação para o Dicionário Geográfico do século XVIII, o pároco do Barreiro também escreve rio Crins. “Hoje prenuncia-se Cris, mas deve, pelo visto, empregar-se na sua grafia o s e não o z adotado em publicações oficiais, nas cartas geográficas e pela J. A. de Estradas”. O Cris, na parte superior do seu curso, é o ribeiro da Cal, nascido em Silvares. De Muna até à ponte de Tabuaça é a ribeira das Mestras, só daí para baixo é que lhe dão nome de Cris. CARVALHO A. (1981). 
A praia fluvial da Várzea do Homem, localizada no seu curso inferior, é um recanto de enorme beleza!

Rio Dinha

“O Rio Dinha nasce a Norte do lugar de Covas, à cota 900. Desenvolve-se ao longo de 35 km até terminar no rio Dão, à cota 135. Tem como principal afluente a ribeira de Lanças. Nos seus últimos 12 km, o Rio Dinha é acompanhado pela Linha do Dão agora transformada em ecopista”.http://portugalpontoporponto.blogspot.com/2012/05/rio-dinha.html. Segundo as nossas pesquisas, o Rio Dinha no seu curso superior é designado por Rio Asnos… Nas proximidades de Nandufe o Dinha presenteia-nos com uma belíssima praia fluvial.
Rio Dinha junto à EN228

"O moinho da Ponte do Rio Dinha, chamada em 1627 de “Ponte Nova” e em 1726 de “Ponte de Pedra”, em Tondela,  pertencia à Comenda de Santa Maria de Tondela da Ordem de Cristo. Este moinho, e as terras que lhe estavam agregadas, aparecem descritos nos tombos desta comenda, dos séculos XVII e XVIII, da seguinte forma:
Tombo de 1627
Nº75 - Uns moinhos que estão no Rio Dinha, por baixo da Ponte Nova, no limite deste lugar, que são da dita comenda. Estes moinhos têm três rodas, duas centeeiras (que moem centeio) e uma alveira (que só mói pão branco), e todas três movem juntas. Rendem para a dita comenda, no foro e pelo que se faz com os moleiros; e tem a casa de comprido, da banda do Nascente, sete varas de craveira, e pelo Poente tem oito varas, e pelo Norte, quatro e meia. N º76 – Tem uma horta junto aos ditos moinhos, que é da dita comenda, que parte do nascente com rio, e da banda do Poente parte com rego dos moinhos, e pelo Norte parte com terras que se não cultivam, e está por baixo da ponte; a qual horta foi medida e tem de comprido, pela banda do Nascente, vinte e duas varas e meia, e pela banda do Poente tem de comprido dezanove varas e meia, também de craveira, e da banda do Sul tem de largura também sete varas de craveira, e pela banda do Norte tem quatro varas de craveira.
Nº76 – Tem outra horta por baixo dos ditos moinhos, que é da dita comenda. Que parte pela banda do Nascente com o dito rio, e do Poente parte com caminho que vai para o moinho, e do Sul parte com o mesmo rio; a qual horta é tapada de parede sobre si e foi logo medida, e tem de comprido, pela banda do Nascente, vinte varas de craveira, e de largo, pelo Sul, quatro varas, e pela banda do Norte, cinco varas. E disseram os medidores que levava de semeadura uma quarta de linhaça. Esta horta tem uma videira com um salgueiro, e um pessegueiro, e uma figueira, das quais hortas se aproveitam os moleiros que trazem os ditos moinhos e as cultivam.
Tombo de 1721-1725
Uma casa de moinhos que está junto ao rio Dinha, por baixo da Ponte da Pedra, no limite desta vila, a qual está telhada de telha e tem duas rodas de moer pão, que são de um prazo pertencente a esta comenda, do qual são enfiteutas em primeira e segundas vidas Caetano Luís de Barros e sua mulher Dona Helena Caetana Pereira, desta vila, a qual casa tem de comprido, pela parte do Nascente, do Norte para o Sul, oito varas de craveira; e pela parte do Poente tem de comprido seis varas da craveira; e tem de largo, pela parte do Norte, cinco varas da craveira; e pela parte do Sul tem de largo três varas e meia da craveira, e tem sua serventia de pé e carro cujas medidas constam do Tombo antigo desta comenda.
Mais duas casas pequenas, que estão feitas de pedra e telhadas de telha, defronte dos ditos moinhos, que também são do mesmo prazo desta comenda, de que os ditos enfiteutas são vidas e andam de posse; as quais, ambas estão juntas, que servem de despejos dos ditos moinhos e têm ambas de comprido, da parte do Nascente, do Sul pera o Norte, sete varas da craveira; e pelo Poente tem seis Poente, a qual medição se achava na mesma forma em o tombo velho desta comenda e título do prazo acima e atrás declarado e confrontado.
Mais um pousio de terra inculta, com suas árvores de amieiros, que fica pela parte de cima da casa dos moinhos, que também é deste prazo, e dele os ditos enfiteutas andam de posse. O qual fica pela parte de baixo da dita Ponte de Pedra, que parte com o rio Dinha, o qual tem de comprido, da parte do Norte pera o Sul, vinte varas da craveira; e de largo tem sete varas da craveira do Nascente pera o Poente; e pelo tombo velho constava ser antigamente horta.
Mais outro pousio de terra inculta, que fica pela parte de baixo da mesma casa de moinhos, que também é deste prazo, que pela parte do Nascente parte com o mesmo rio Dinha, e tem de comprido, da parte do Sul para o Norte, trinta e duas varas da craveira, e tem de largo, do Nascente para o Poente, quatro varas da craveira; cuja medição na dita forma se achava em o Tombo velho desta comenda.
Mais um açude que serve de presa à água do mesmo rio com, uma levada por onde vai a água para moerem os ditos moinhos, o qual rego está feito de pedra, e o açude também é benfeitoria que os ditos enfiteutas têm feito, porque no tombo velho constava ser feito o açude de estacas". 
Fonte (Texto e Fotos): Manuel Ferros. Administrador de " Grupo dos Amigos do Concelho de Tondela". Facebook

Rio de Castelões

O rio de Castelões nasce na Serra do Caramulo, junto do ponto com maior altitude  (Caramulinho) e desagua na margem direita do rio Criz.
O poço Silveira junto a Eiras (Castelões) é um local apropriado para um  banho refrescante!
Poço Silveira. Castelões.

Trabalhos científicos e técnicos (Teses, artigos...)

"1º Encontro com os Brigadeiros"

Jurema Barboza promoveu nos dias 23 e 24 de novembro, a partir das 14h00m, o “1º Encontro com os Brigadeiros” na localidade de Montetêso. O evento foi promovido pela própria nas redes socias. Muitos foram os amigos que se deslocaram à “Casinha dos doces da ti Ju” para degustarem os fantásticos brigadeiros, confecionados de forma exímia!

Jurema Barboza nasceu no Rio de Janeiro, onde desde adolescente ganhou o gosto pela confeção dos brigadeiros. Atualmente vive na serra do Caramulo na localidade de Montetêso com o seu marido.
O brigadeiro é um doce típico da culinária brasileira e que está presente em quase todas as festividades. O seu nome está ligado à campanha presidencial do Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato da UDN à Presidência da República do Brasil em 1946. Heloísa Nabuco de Oliveira, elemento de uma família tradicional carioca, apoiava a candidatura do brigadeiro, criou um tipo de doce (ligeiramente diferente da versão atual) e o denominou com a patente do candidato preferido.


A guloseima feita como uma forma de arrecadar fundos para a campanha, rapidamente ganhou popularidade e  espalhou-se pelo resto do país junto da campanha do Brigadeiro. Na altura, as festas dos partidários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes começaram a chamar os amigos para irem comer o docinho do brigadeiro. Com o tempo, o nome "brigadeiro" tornou-se tão associado ao doce que o mesmo passou a ser conhecido, apenas, como "brigadeiro".

Jurema Barbosa tem intenção, em breve, promover um workshop sobre a confeção dos brigadeiros para crianças suas conhecidas, filhas dos seus amigos.
Na casinha da Ju foi uma delícia ver um mesa multicolor cheia de brigadeiros e degustar esta deliciosa iguaria. 
Resta “dizer”: Se o aspeto é bom, o sabor ainda melhor!

Flora e Fauna

FLORA
"A Serra do Caramulo é muito influenciada pelo clima litoral húmido e o interior continental mais seco, estando assim numa zona de transição. A este efeito junta-se ainda a de altitudes entre os cumes e os vales, o que confere à região uma grande riqueza florística.
A diversidade florística é expressa pela presença de diversas espécies de ecologia muito particular, endémicas, raras ou com estatuto de ameaça elevado. O pico de biodiversidade está associado às linhas de água, com destaque para a presença do loendro (Rhododendron ponticum subsp. baeticum), que pela sua importância levou à criação da reserva botânica de Cambarinho. No total existem mais de 10.000 exemplares de Loendro, distribuídos por várias linhas de água como a ribeira de Cambarinho, ribeira de Farves e Novais, rio Alcofra e Alfusqueiro. 
Surgem ainda associados às zonas ribeirinhas espécies endémicas ou raras, como Narcissus cyclamineus que se encontra nos anexos II e IV da diretiva habitats e uma grande diversidade de fetos.
A área florestal é dominada por povoamentos de Pinheiro bravo (Pinus Pinaster) e Eucaliptos (Eucalyptus globulus), mas há também importantes manchas de carvalhal autóctone dominadas pelo carvalho alvarinho (Quercus robur), a ocidente, devido à presença do clima atlântico e carvalho negral (Quercus pyrenaica), no lado oriental, mais continental. Verifica-se com alguma frequência a presença de avelaneiras, loureiros, cerejeiras bravas, medronheiros, sobreiros e castanheiros. O estrato arbustivo é composto maioritariamente pelo pilriteiro (Crataegus monogyna), gilbardeira (Ruscus aculeatus), giestas (Cytisus sp.) e nas zonas mais altas a carqueja (Genista tridentata) e urzes (Erica sp.)." Fonte:file:///D:/Utilizadores/Pedro%20Pereira/Downloads/PNVG_MEMO%20(3).pdf
      Plantas raras
“A lista de espécies da flora vascular da Serra do Caramulo representa 21,85 % da flora vascular de Portugal continental e 9, 73% da flora vascular da Península Ibérica. O estudo, iniciado em 2002 pelo Dr Pedro Ribeiro, na Serra do Caramulo, permitiu a elaboração de um catálogo florístico com a identificação de um total de 681 espécies de plantas vasculares, pertencentes a 383 géneros agrupados em 102 famílias. A Serra tem um número muito elevado de plantas com graus de raridade de raro e muito raro (no conjunto 312 taxa, 45,8%) e os únicos 5 endemismos lusitanos, que vivem na Serra do Caramulo, estão incluídos nestas categorias, bem como 27 dos endemismos ibéricos. Parece-nos que muitas das espécies estudadas se converteram em raras, como resultado das ameaças a que foram sujeitas, e algumas estarão mesmo em risco de extinção local, como é o caso de Taxus baccata. 
Atendendo a que a maioria dos endemismos ibéricos não tem qualquer tipo de proteção legal, o risco potencial a que esta flora está sujeita parece ser elevado Justificar se ia, portanto, numa futura reavaliação da rede de áreas protegidas, estudar a possibilidade de inclusão das áreas da Serra do Caramulo com maior interesse conservacionista ou então salvaguardar essas áreas através dos planos de ordenamento territorial ou pela criação de micro reservas uma das maiores ameaças, para diversos taxa de interesse conservacionista, reside no desconhecimento da sua existência, num determinado local .” (RIBEIRO, 20016)


Fonte (fotos e texto explicativo de cada espécie): Placard exposto no recinto do Posto de Observação da Natureza de Jueus. Trabalho realizado no âmbito da Oficina de Formação : A SERRA DO CARAMULO COMO RECURSO DIDÁTICO PROMOTOR DA EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE 2017/2018. Formandos: Cecília Borges, Luís Costa, Rita Mamede, Sandra Martins AETTRibeiro. Cecília Matos AE Mundão. Manuela Gomes AE Santa Comba Dão. Pedro Pereira AE Viseu Norte. Lurdes Caseiro, Maria João Ferreira, Maria Peixoto AE Viso. Formadores: Carlos Cravo, Luís Café AETTRibeiro. Margarida Morgado, Pedro Ribeiro ES Viriato. Paulo Almiro AE Viso.

FAUNA
A fauna existente em toda região serrana resulta de uma interação entre elementos naturais e humanos. Ao longo dos anos, algumas espécies desapareceram (lobos) e outras voltaram a surgir em grande número (javalis)… Regista-se uma elevada variedade de ecossistemas o que origina a existência de uma grande diversidade faunística… Para o estudo da fauna, podem criar-se os seguintes grupos: aves; répteis, mamíferos, peixes…
Aves: alvéolas; andorinhas, melros, pardais, cucos, mochos, perdizes, gaios…
Mamíferos: toupeiras, coelhos-bravos, raposas…
Répteis e anfíbios: sapos, rãs, sardões, salamandras-de-pintas-amarelas, cobras (rateira…)Peixes: trutas, bordalos, enguias, barbos, bogas …

Oficina do Burel- Workshop

"Oficina do Burel do CEISCaramulo promove Workshop para seniores da freguesia de Benfica - Lisboa.
A oficina do Burel, recebeu a visita de um grupo de cerca de 46 seniores da Junta de Freguesia de Benfica, Lisboa, no passado dia 9 de Novembro. O grupo esteve alojado no Hotel do Caramulo e, no final do almoço, participou num workshop, dinamizado pela Oficina do Burel, projecto do CEISCaramulo. No final, cada participante levou um porta-chaves com uma pequena capucha de burel, efetuado por si próprio. Visitaram as instalações da oficina, instalada no edifício do turismo do Caramulo, e assistiram à explicação da exposição “Mel da Serra do Caramulo – O Ouro da Montanha”, orientada pela associação de apicultores da serra do Caramulo, onde tiveram a oportunidade de provar o mel de Eucalipto e o mel de Urze, acompanhado com um chá de ervas".


Fonte (Texto e Fotos): https://www.facebook.com/CEISCaramulo/

Guia da Flora Vascular da Serra do Caramulo

Guia da Flora Vascular da Serra do Caramulo 
Apresentação 23/10/2019 | Hotel do Caramulo
“O CEISCaramulo lançou o desafio, o Dr. Pedro Ribeiro em colaboração com a Dr.ª Margarida Morgado “meteram mãos à obra”, e graças à parceria com a ADICES foi possível encontrar o financiamento necessário para concretizar o projeto.
Integrada no projeto da Cooperação “Green Economy” levado a cabo no âmbito da medida 10.3 do PDR2020, concretizado com parceiros de Grupos de Ação Local da Finlândia, Luxemburgo, Suécia e os portugueses ADELO e DUECEIRA, a presente publicação dá a conhecer a flora da Serra.
O CEISCaramulo agradece reconhecidamente ao Dr. Pedro Ribeiro, à Dr.ª Margarida Morgado, ao Dr. João Carlos Figueiredo (ADICES) e a todos os que tornaram possível a publicação deste Guia. Estamos certos que será o primeiro de muitos outros projetos em prol do estudo, divulgação e preservação dos patrimónios da Serra do Caramulo”. Extraído de: https://www.facebook.com/CEISCaramulo

Caminhada + Magusto

Atividades Outonais

Tal como previsto, no dia 26 de outubro realizaram-se as “Atividades Outonais” na área da União de freguesias de São João do Monte e Mosteirinho. As mesmas, foram dinamizadas pelo Núcleo Regional de Vila Real e Viseu da Quercus em parceria com as seguintes entidades: Associação Desportiva Cultural e Recreativa de S. João do Monte; Centro de Estudos e Interpretação da Serra do Caramulo; União de freguesias de São João do Monte e Mosteirinho. Estas atividades estão inseridas no programa “Património das Freguesias – Quercus + Freguesias + Coletividades”.
Itinerário. Imagem cedida por Filipe Almeida.
Este projeto é, claramente, fruto da experiência e da aprendizagem que foram adquiridas na freguesia de São João do Monte ao longo de várias anos e que, desde o início, tem vindo a ser bem acarinhado pela Associação local e pela Junta de Freguesia. São objetivos do Programa “Património das Freguesias – Quercus +Freguesias + Coletividades”: 1) aproximar os cidadãos do Património Natural existente nas freguesias, através da troca de conhecimentos com especialistas; 2) divulgar e valorizar locais e estruturas com interesse natural; 3) promover o contacto entre pessoas e disseminação de conhecimentos e práticas de valorização/preservação da Natureza num ambiente de valorização pessoal.
Para além da visita a um território muito especial, não só a nível natural, como a nível humano, salienta-se o grande espírito de confraternização entre os participantes.