«...um monstro fabuloso adormecido». Amorim Girão;
«a mais linda serra de Portugal». José Júlio César;
«a mais pitoresca talvez...». Guia de Portugal;
«... é região cheia de encantos». João Arede (Abade de Cucujães).
Este blog, amador, foi criado com o intuito de divulgar atividades e acontecimentos relevantes da Serra do Caramulo, bem como o seu património!
Fornece, também, informações importantes para quem pretende visitar e conhecer a região!
"Viaje" pela Serra (des)conhecida, explorando os seus conteúdos!
É com enorme orgulho que o Centro Paroquial de S.
João do Monte vem divulgar à comunidade a sua participação na iniciativa “Gulbenkian Cuida/ Covid-19”, uma parceria da Fundação Calouste Gulbenkian e do
Instituto da Segurança Social, que visa satisfazer as principais necessidades,
melhorar o bem-estar e atenuar o isolamento dos idosos um pouco por todo o
país, nomeadamente nos tempos de pandemia que se vivenciam.
O Projeto “De Mãos Dadas Somos +” da nossa
Instituição, foi um dos 69 vencedores a nível nacional de um apoio económico
especificamente destinado à aquisição de equipamentos de proteção individual e
dispositivos médicos, que irão contribuir para uma maior proteção dos utentes
bem como colaboradoras. Neste sentido, realizar-se-ão serviços diversificados
que visam facilitar o distanciamento social, proporcionando desta forma,
bem-estar físico, psicológico, emocional e social aos utentes.
Para além do presente Projeto abranger os nossos
utentes, também pretendemos ajudar a restante comunidade idosa e em estado de
dependência residentes na Freguesia de S. João do Monte e limites, que não
consigam adquirir bens-essenciais, tais como alimentação, medicação, entre
outros.
Pedimos que, caso tenham conhecimento de alguma
situação, por favor entrem em contacto connosco através do 232 862 050 ou 962
546 300.
Para terminar, um grande obrigada à Fundação Calouste
Gulbenkian e ao Instituto da Segurança Social por nos terem dado esta
oportunidade de mostrar o que de melhor sabemos fazer, servir a comunidade mais
envelhecida.
O objetivo destes registos amadores é
ajudá-lo(la) "a fugir", por momentos, às preocupações atuais,
partilhadas por todos... Por isso, relaxe e desfrute nos próximos
minutos de pequenos momentos de evasão!
“O tempo num dado local e num dado instante é definido
por um conjunto de elementos atmosféricos: temperatura do ar, vento à
superfície, pressão atmosférica, nebulosidade, humidade relativa do ar, etc. O clima é
uma síntese dos estados de tempo característicos de um dado local ou região num
determinado intervalo de tempo definido. Para definir o clima recorre-se à
estatística e utilizam-se valores médios, valores extremos, probabilidades de
ocorrência ou de excedência, etc. O tempo e o clima são, portanto, duas formas
de descrever as mesmas variáveis mas utilizando diferentes escalas temporais”. https://www.ipma.pt/pt/educativa/faq/climatologia/faq_0001.html
A caracterização climática da Serra do
Caramulo baseou-se em valores climatológicos do Instituto Nacional de
Meteorologia e Geofísica da série 1961-199 (estação do Caramulo).
A temperatura média mínima do ar mensal de
3,2 ◦C registou-se em janeiro. A temperatura média máxima mensal foi registada
em agosto com o valor de 24,7 ⁰C.
No que se refere à temperatura máxima
absoluta, registou-se no mês de agosto (36,8 ⁰C) e a temperatura mínima absoluta
verificou-se em dezembro com o valor negativo de 7,3 ⁰C.
A precipitação média total anual registada
por esta estação, no período 1961-1990, é de 2337,3 mm, verificando-se uma
sazonalidade na distribuição da precipitação.
O mês de menor precipitação média total é agosto
e apresenta um valor de 21,9 mm. janeiro com 377,1 mm é o mês de maior de maior
precipitação média total.
Os ventos dominantes sopram de oeste (17,6 %)
e nordeste (15,8 %). O rumo oeste predomina, nos meses de maio a setembro e o rumo
nordeste, nos meses de março, abril, novembro e dezembro.
Tabelas extraídas de: 04 Caracterização Física. PDM Tondela.
"Oganizado pelo CEISCaramulo em parceria com o agrupamento de escolas de Tondela de Tomaz Ribeiro (Clube Ciência Viva na Escola), o Centro de Formação Planalto Beirão (CFAE-PB) e Câmara Municipal de Tondela.
Do programa consta a apresentação do "Guia da Flora Vascular do Caramulo" da autoria do Dr. Pedro Ribeiro - trabalho coordenado pelo CEISCaramulo e que contou com o patrocínio/parceria da ADICES.
Este seminário é aberto a toda a comunidade!
Inscrições: - Se é professor(a)/educador(a) e pretende o certificado de ACD, inscreva-se através do link do CFAE-PB: https://forms.gle/N9tkcxc6hi15nEm76
Este seminário é considerado como formação específica abrangida na dimensão científica e pedagógica de todos os grupos disciplinares, para cumprimento dos requisitos previstos para a avaliação do desempenho e para a progressão na carreira dos docentes em exercício efetivo de funções, na modalidade Ação de Curta Duração (ACD), ao abrigo do Despacho n.º 6851-A/2019, de 31 de julho e do Despacho Nº 5741/2015, de 29 de maio.
- Se pretende apenas o certificado de presença/participação passado pelo CEISCaramulo, inscreva-se enviando email para ceiscaramulo@gmail.com, indicando o seu nome completo, morada e n.º de BI/CC.
Inscrições no Almoço:
-Se pretende participar no almoço envie email para ceiscaramulo@gmail.com com indicação do nome completo e n.º de contacto/telemóvel, até ao dia 23/02/2020.
🍴🍵ALMOÇO.
Ementa: Entradas (cebola c/ mel; rissóis; croquetes; chouriça); Cabrito e Polvo à Lagareiro; Bebidas; Sobremesa e café.
Preço: 18 euros"
Fonte (texto e imagens): https://www.facebook.com/CEISCaramulo/
Hoje (23 de fevereiro de 2020), tal como previsto, realizou-se na simpática aldeia de Macieira de Alcôba o Workshop "Broa de Milho". Um dia de fevereiro atípico em termos de temperatura, o que deu aso a que um dos participantes locais mais idóneo proferisse um sábio provérbio:"fevereiro quente traz o diabo no ventre".
Esta atividade foi dinamizada pelo Centro Interpretativo do Milho Antigo de Macieira de Alcôba com o apoio da Junta de Freguesia da União de freguesias de Préstimo e Macieira de Alcôba.
Os participantes, jovens, adultos e idosos, amassaram e confeccionaram à moda de antigamente as famosas bolas e broas de milho serranas.
As bolas de enchidos e sardinhas estavam muito, mas mesmo muito, saborosas!
Houve, ainda oportunidade, de alguns participantes exporem os seus dotes vocais, apresentando musicas tradicionais!
Tudo isto num verdadeiro ambiente de convívio bucólico!
Como simples participante, resta-me agradecer à organização com um singelo Obrigado!
De seguida, apresentamos alguns registos audiovisuais desta atividade.
Num ambiente de salutar convívio
intergeracional, pais e filhos cantaram as Janeiras na vila do Caramulo. A
iniciativa foi da responsabilidade da APAEC (Associação de Pais dos Alunos das
Escolas do Caramulo) e realizou-se pelo segundo ano consecutivo. Nos dois dias
em que decorreu a atividade, o grupo inicial foi aumentando à medida que a
noite avançava.
Grupo de cantadores no início da noite!
Nem o vento gélido que se fez sentir, especialmente no último
dia, demoveu os cantadores! Para além do convívio, a atividade teve uma
vertente pedagógica importante para adultos e crianças ao nível do
desenvolvimento de várias competências (relações interpessoais, comunicação,
educação musical, valorizar e preservar tradições locais…).
Os donativos monetários serão canalizados para
a realização de atividades e/ou aquisição de equipamentos escolares.
Parabéns à Associação de Pais dos Alunos das
Escolas do Caramulo pela iniciativa!
Dois cliques rápidos sobre o vídeo anterior para
visualização em ecrã inteiro!
Manter a tradição viva!
Este ano, cumpriu-se mais uma vez a tradição
em São João do Monte... Um grupo com cerca de uma dezena de jovens andou de
porta em porta, pelas casas da vila e das localidades em redor a cantar os
Reis, durante algumas noites... É sempre com enorme prazer que, a convite dos
jovens organizadores, participo nesta tradição, embora nem sempre com a
assiduidade desejada.
Uma dúvida de língua portuguesa assolou os
diálogos dos riseiros: «Cantar dos Reis» ou «Cantar os Reis»? O sítio da
internet “Ciberdúvidas da
língua portuguesa” esclarece: “Se disser
«Cantar dos Reis», está a usar um substantivo, cantar, que é determinado pelo
complemento «dos Reis». Em «cantar os Reis», a palavra cantar é um verbo, e «os
Reis» é o seu complemento direto. Uma e outra expressão estão corretas; têm é
estruturas gramaticais diferentes”. O mais usual pelas gentes da nossa terra é
dizer-se: «Cantar os Reis».
Nesta tradição está presente a nossa
identidade cultural, a qual devemos preservar, pois, esta e outras tradições
perpetuam as nossas origens e a nossa memória coletiva!
"Todos os
cursos de água existentes na Serra do Caramulo correm em vales tortuosos, muito
encaixados, distribuídos por toda a região. Na vertente ocidental o rio Vouga, com os seus afluentes, e o rio
Águeda, com os afluentes Alfusqueiro e Alcofra, constituem os cursos de água
mais desenvolvidos. A vertente oriental, que abrange a região em estudo, é
caracterizada pela existência de cursos de água de pequenas dimensões que
constituem uma das ramificações superiores da rede hidrográfica do Rio Mondego.
Nela destaca-se o rio Criz, afluente do rio Dão, e as ribeiras de Castelões e
do Barreiro, que se precipitam em direção à bacia de Mortágua (…)" . MORGADO, M.(2001).
Rede hidrográfica da Serra do Caramulo (adaptado de Pereira,
1988). Imagem extraída de: MORGADO, M. (2001). O
Trabalho De Campo Em Geociências:Um Percurso De Investigação Com Materiais
Didácticos De Orientação Construtivista. Aveiro
Na vertente ocidental
Rio Vouga
Rio Águeda
Ribeira do Souto
Rio Agadão
Rio Alfusqueiro
Rio Alcofra
...
Na vertente oriental
Rio Criz
Ribeira das Águas d'Alta
Rio Dinha
Rio de Castelões
...
Outras linhas de água, aqui não referidas, existem nas encostas da Serra do Caramulo… Esta postagem não está fechada e sempre que houver oportunidade, acrescentaremos novas informações sobre este tema!
Consideramos que a nascente da ribeira das Águas
d'Alta fica localizada nas proximidades da Mata dos viveiros. A ribeira passa
em Santiago de Besteiros e desagua no rio Criz. Junto da localidade de
Pedronhe, encontramos, talvez, o ponto mais pitoresco desta linha de água, a
famosa Bica de Água D’ Alta. Uma queda de água com cerca de 20 metros. Este
desnível resulta, provavelmente, de processos de erosão diferencial numa área
de contacto de xistos e granitos. A erosão diferencial é um
fenómeno erosivo presente na formação do relevo. Os materiais rochosos mais
resistentes formam saliências no terreno e os menos resistentes ou sujeitos a
fraturas formam depressões. Amelhor altura para se observar e fotografar esta queda de água é durante os meses em que ocorre mais precipitação.
No
dia 28 de dezembro, para finalizar as atividades de 2019, a Montis,
Associação de Conservação da Natureza, sediada em Vouzela,
organizou uma caminhada ao longo da rota dos Caleiros/Caramulinho,
intitulada Passeio da Biodiversidade. A atividade contou, a nível
local, com o apoio do CEISCaramulo (Centro de Estudos e Interpretação
da Serra do Caramulo).
Os
participantes realizaram a inscrição através de formulário
específico para o efeito, email (montisacn@gmail.com) ou telefone (
232 774 040). O percurso de dificuldade média/baixa,
maioritariamente em estrada de terra batida e circular começou pelas
14:30 na base do Caramulinho (40°32'54.79"N 8°12'6.90"W).
A meteorologia foi importante para o sucesso da atividade. Apesar de
estarmos no inverno, o dia foi primaveril com sol e ausência de
vento!
Vários
temas foram abordados ao longo da rota, nomeadamente aspetos naturais
e humanos da paisagem: lameiros e zonas agrícolas, estruturas
geológicas, flora, fauna...
Na
aldeia de Jueus visitou-se o Posto de Observação da Natureza,
antiga escola primária. Aqui, no recinto exterior, os participantes
exploraram os placares informativos e contemplaram serenamente a
paisagem sobre o Planalto Beirão até à serra da Estrela. No
interior, um dos elementos do CEISCaramulo, explicou, brevemente, a
missão desta Associação e a forma como tem dinamizado este Posto
de Observação da Natureza. Também, foram dadas explicações sobre
caraterísticas da serra e, ainda, houve tempo para visualização de
um vídeo promocional e explicativo da rota dos Caleiros e da serra
do Caramulo. O seu conteúdo foi do agrado de todos! Apresentamos, de
seguida, uma hiperligação para a visualização do teaser deste
vídeo: https://www.facebook.com/CEISCaramulo/videos/723693057977494/.
Depois
de um breve diálogo, a caminhada continuou até à aldeia de
Pedrogão e seguiu-se o traçado da rota dos Caleiros/Caramulinho até
à estrada de alcatrão que liga a vila do Caramulo ao Caramulinho.
Neste lugar, dado o avançado da hora, houve necessidade de encurtar
o percurso, tendo-se seguido o asfalto até ao ponto de partida.
O
crepúsculo do fim do dia, acompanhado do pôr-do-sol no horizonte
com um céu multicolor e as luzes cintilantes dos aglomerados
populacionais da região da Bairrada deixaram os corações dos
pedestrianistas repletos de satisfação. Neste momento, se a
natureza foi generosa, a Montis não ficou atrás, tendo presenteado
os participantes com uma saborosa merenda de várias iguarias e
bebidas, incluindo café e chá quente. Fantástico!
É intenção da Montis e do CEISCaramulo realizarem, no futuro, outras ações em conjunto. Salientamos
que o CEISCaramulo tem como missão a promoção da região da serra
do Caramulo, não só no concelho de Tondela, onde tem a sede, mas
também em todos os concelhos com território serrano. Neste momento,
está a preparar um seminário sobre Educação Ambiental que se
realizará em março, no qual para além da apresentação do "Guia
da Flora Vascular da Serra do Caramulo", está previsto que
sejam explicados projetos/ações de educação ambiental que têm sido desenvolvidos em território serrano. Neste ponto, contamos com
a participação e o testemunho da Montis.
A mata dos viveiros é um
local verdejante todo o ano com diversas espécies arbóreas. O espaço
constituído pela mata dos viveiros e área envolvente transmite uma imensa paz
de espírito!O nome advém do facto de nesta área terem
existido viveiros. Um pequeno “recinto”, ao ar livre, com diversas espécies de
árvores jovens que se destinavam a serem transplantadas.
Se for sua intenção conhecer melhor este espaço, apresentamos, de seguida, uma sugestão de uma rota pedestre, neste caso para uma tarde de um final de dia de outono/inverno! Neste momento, trata-se de uma proposta, pelo que, a mesma, não apresenta sinalética. Descobrir e identificar diversas espécies arbóreas e outras, ouvir o som da água a correr em pequenos regatos, analisar a arquitetura peculiar da casa do guarda florestal e do posto de vigia, sentir os cheiros da floresta, observar para leste a paisagem sobre o planalto beirão até à Serra da Estrela e para oeste a vertente ocidental serrana até á faixa litoral, contemplar múltiplas cores do céu entre o azul do dia do dia e o escuro da noite com "pinceladas" do pôr-do-sol, são alguns dos pontos fortes desta rota. Boa caminhada!
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Visualizar o percurso em modo ecrã inteiro!
“Em 1938, foi aprovado o
Plano de Povoamento Florestal, que previa, em 30 anos, arborizar 420 000
há, melhorar 60 000 há de pastagens, construir reservas naturais e parque
nacionais em cerca de 33 500 ha (…), estabelecer 125 viveiros, construir
940 casas de guardas e 140 postos de vigia, para além de instalar uma completa
rede de infra-estruturas viárias e de telecomunicações”…http://www.isa.utl.pt/pndfci/A1_Perspectiva_Historica.pdf Algumas pessoas da região,
ainda que poucas, trabalharam na manutenção dos viveiros. Os trabalhos eram
supervisionados pelo Mestre António Pereira
de Santiago de Besteiros.
Falar da mata dos viveiros
do Caramulo obriga a falar sobre o povoamento florestal da Serra do Caramulo.O Plano de
Povoamento Florestal, regulado pela Lei n.º 1971, de 5 de junho de 1938, passou
a constituir a lei fundamental sobre os baldios... A controvérsia sobre baldios
aumentou de 1938 a 1944, aparecendo a florestação como uma imposição de caráter
nacional, levada a cabo pelos serviços florestais. Os
denominados Perímetros Florestais, associados às casas e guardas florestais,
foram constituídos por terrenos baldios, autárquicos ou particulares e, ainda,
estão submetidos ao Regime Florestal Parcial por força dos Decretos dos anos de
1901.
O período de 1940-44 foi a grande época, pois foram
submetidos 17 novos perímetros florestais. Em 1941 foram submetidos os perímetros
florestais da área serrana: Penoita, Caramulo, Arca e Préstimo. O Perímetro
Florestal do Caramulo, já criado em 1933 (Decreto de 30 de janeiro de 1933),
passa nesse ano, a ter uma área alargada... (DGSF- 75 anos de actividade na arborização de serras, Ministério da Economia,
Lisboa, 1961).
Na década de 60, os registos da Direção Geral dos
Serviços Florestais referem que o perímetro do Caramulo tem 2 890 ha e
estende-se pelos concelhos de Tondela, Oliveira de Frades e Vouzela. Nessa
altura, foram plantadas várias espécies, que podemos encontrá-las, ainda hoje, na
mata dos viveiros: bétula, pinheiro latrix, carvalho, castanheiro e opinheiro
bravo em associação com acácia
melanoxylon.
As
últimas referências legais indicam que o perímetro do Caramulo encontra-se sob
gestão direta do ICNF, I.P. e está identificado na Deliberação do ICNF, n.º
717/2017, de 29 de Julho de 2017, publicada no Diário da República n.º 144, 2.ª
série, de 27 de julho de 2017.